terça-feira, 6 de outubro de 2009

Pétala que cai ;-|

Seja eu benvindo ao meu blog de novo!

Regresso ao Outono não tem significado umbilical no regresso da minha dedicação a este 'blog'. Significa apenas que as minhas vindas aqui são errantes e indisciplinadas. Não são um angulo aberto ou fechado, antes uma circunferência cheia de nuances subjectivas que ninguém entende!

Da ultima vez que aqui escrevi o mundo era um local muito diferente mas para outros terá continuado o mesmo. Por isso o autor mudou! Este novo autor, uma versão pós-moderna do anterior, com integrações do velho e do novo servindo uma estética que ainda se procura e não se atingiu, tem menos certezas que o anterior e aventurou-se um pouco mais mas mesmo assim tem uma aguda sensação de insuficiência nesse campo. Não tem certeza se o ter-se aventurado mais poderia ter trazido sabor azedo mas soube-lhe bem o que conheceu.
Por isso este novo autor quer voltar a ser velho e conhecer melhor o que novo conheceu...até, quem sabe? Envelhecer ou Rejuvenescer, eis a questão!
Talvez seja por isso que as flores estejam quietas e pareçam sempre jovens!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Negligencio-vos

e assim foi.

Maio passou e nao passei qualquer cartão aos amigos do meu blog.
Peço indulgência por tal negligência. O que foi feito? Terminei e conclui o curso de formador. Fui convocado para uma formação e para a colonia de ferias que agora começa. Entretanto acabou a primavera e antes da mesma acabar comecei a ir para a praia para uma transição suave para o verão. Tão a ver como é?

Beijos e abraços

Agostinho II

Aponta Agostinho que há vários grupos no que toca à relação que mantêm com o povo. Uns deleitam-se com a ingenuidade da sua arte, as superstições e as lendas e vê-se generoso e sensível ao debruçar-se sobre o dito povo. Como um animal que examinam acham-no muito interessante, a menos que tente libertar-se da sua condição inferior, estragando toda a sua estética.

Outro grupo adora o povo, combate por ele mas com a vista num interesse, que consiste no seu domínio. Combatem por terem sido expulsos das trincheiras contrárias ou para concretizar o sonho vão de mandar. O estilo deste último grupo é o da barricada, desprovido de preciosismo ou sensibilidade, todavia é, para o autor, sempre a retórica ôca.

O grupo que defende e eleva o povo sem qualquer tipo de paixão é reduzido e fá-lo assim por 3 ordens de motivos: porque assim que perceberem o movimento como nascido de impulsos sentimentais logo o reprimem; depois porque a atitude apaixonada impediria de ver a clareza e a justiça das soluções almejadas; em último lugar, porque é-lhes impossível ser extáticos (de êxtase) perante uma classe dependente e miserável, com uma cultura pobre e uma arte grosseira, assim mantida por aqueles que mais cantam e admiram o povo.

Assim como não se apaga o cálculo que se utilizou para fazer uma conta, o povo é interessante para Agostinho na medida em que se apresentam vários problemas que requerem inteligência e vontade, sejam eles de justiça económica, política, equilíbrio social, de ascensão rápida à cultura. O objectivo seria construir um reino de bem, logo que estes problemas se resolvessem terminariam os cuidados e interesses em particular e dar-se-ia lugar à contemplação da vida, qualquer benefício viria sempre por acréscimo.

domingo, 26 de abril de 2009

Agostinho

Pensar em virtude é, segundo um autor, pensar num estado e impulso antagónico à virtude e num contínuo esforço da vontade. Há que relevar principalmente o que é voluntário quando se pretende desenhar um homem virtuoso. Esse autor liga a virtude às fortes resoluções e à coragem civil, segundo a origem e significado da palavra. Para tal qualidade é necessária a visão nítida e a alma destemida, pois define-a como um contínuo querer e contínua vigilância aos elementos vistos como maus, aos quais se move perpétua batalha.
O menino virtuoso, que apresenta uma bondade natural, não fascina particularmente. Quando bravo e combativo dá garantias de, mais tarde, o ter com energia suficiente para se empenhar na luta heróica e aí deixar a sua matéria, isto assim que se afirme a sua vontade e a sua reflexão distinga os caminhos. O menino dócil que não chora, parte ou esbraveja formará as massas submissas, parecendo ao autor esta virtude antes uma incapacidade de aplicar o mal e falta de coragem para o praticar.
Apenas o sacristão venera um santo qualquer, por dever, sem elevar quem teve uma vida curvada por agonias e angústias; contudo, foram estes quem foram mais longe. O céu é merecido a quem conseguiu ultrapassar uma remissa natureza, e mesmo o esforço nessa natureza é digno dessa divina recompensa. Todavia, já o inferno é uma forma de glória. A única virtude possível a quem é bom por ter assim nascido é que seja mau, pois aqui se revelaria originalidade e coragem. De contrário, quer a quem é mau por ter assim nascido quer a quem é bom desde nascença, o único direito possível é o do silêncio eterno. Torna-se neste ponto compreensível o fundo de boas qualidades como a sensibilidade e delicadeza de certos grandes criminosos.
Um autor compreende os perigos desta doutrina transposta para o social, mas por isso mesmo, define-a como o conceito de virtude como o desejo de superar e não de combater; mas no presente texto ficaria por aquilo que a virtude tem de conflito entre a natureza e a vontade.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

o meu 4º

Quando me disseram que a Lua era um planeta desértico pois não havia lá vida fiquei assustado pois isso quereria dizer que eu não estava vivo!
Eu, vivendo sempre na Lua, estaria assim fora do mundo dos vivos. So na Terra há vida. Eu, com os pés assentes na Terra e a cabeça no céu. Eu, com os pés assentes na Lua e a cabeça na Terra. O Coração a meio caminho... dividido entre os prazeres da Lua e as dores terrenas. Eu, meio vivo, meio morto. Metade cinzento, metade colorido. Se a Lua é feita de queijo então deve ser de Gorgonzola ou Roquefort pois eu sou o seu bolor.
Quando era criança, em vez de me chatearem com as perguntas: "De quem gostas mais? Da mãe ou do pai?" podiam ter me perguntado: "De qual gostas mais? Da Lua ou da Terra?" Eu responderia como uma andorinha abre as asas ao encontro da Primavera: "Gosto mais da Lua."

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Mascarados das ideias

Era uma pessoa quezilenta aquela que estava á minha frente.


Surpreendentemente, só mais tarde percebi que á minha frente tinha nem mais nem menos que um espelho. O que eu pensava ser o meu futuro era afinal o reflexo do meu passado.

A dobra arredondada do horizonte não mostra o que está para lá... tudo é certo até determinado ponto.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

A desenvolver...

A palavra 'altruísta' é em si, egoísta.

Por falar em palavras, isso é aquilo que tem abundado nos meus textos no 'Calor da noite'.
Esse blog tem algo a dizer.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

They will sum it all up in a sentence...

Observações de um observado muito observador

Este comprometimento com a escrita reflecte um estado de alarme interior?
Organizar uma confusão interior parece ser o desafio...também anterior.
Percebo o meu dilema: apesar de compreender que a vida social é importante, e sendo uma dimensão que pretendo desenvolver, no meio em que me insiro as perspectivas, possibilidades e escolhas são limitadas. A austeridade caseira, apesar de atrofiante é dormentemene des-confortável. A poucas centenas de metros da minha casa a atrofia é dormentemente (des)confortável.
Espero poder percorrer o caminho da essência e ultrapassar o caminho da minha existência. Passar do último para o primeiro. Espero ter essa sensação todos os dias. Não desejo com isso fazer o mesmo caminho todos os dias, mas sim, todos os dias encontrar um caminho diferente para o mesmo destino: a essência de alguém.
Já não duvido que o caminho seja longo e árduo.
Mas percorremo-lo através da capacidade de amar o outro.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Vou contar uma pequena anedota...

Um dia estavam Moisés e Jesus á pesca, no Céu. Jesus pergunta a Moisés:
- OUve lá, aquela história de separar as águas é mesmo verdade?
-É pois. respondeu Moisés.
Jesus Cristo desafiou:
-Então se é verdade mostra la isso...
E Moisés levantou-se do barco e separou as águas onde navegavam... Jesus ficou admirado com o truque do seu colega:
-Grande pinta 'Moi'. És mesmo o 'special one'.
- Obrigado. Tu também tinhas umas brincadeiras muita giras. FAz lá aquela do andar em cima da água... disse Moisés.
Jesus saiu do barco, para o truque, mas em falso mergulhou e começou-se a afogar. Moisés foi em seu socorro e puxou-o para o barco.
- Então o que aconteceu? - perguntou o judeu. Respondeu JC assim:
- Acho que foi porque na altura não tinha os pés furados...





AHAHHAHAHAHH

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

2008 baboseiras

2 meses depois começa a nova época blogaica. Esperemos que os novos posts despertem reacções diferentes. O ambiente por agora anda confuso. Um verão que não o foi, um outono que também não o é. A folha cai mas o sol brilha enquanto há um mês a flor abria e o sol chorava. Algo vai mal neste sítio. Andaram a brincar com a natureza e agora baralharam-nos as estações. Surpreendidos? Não deviam.
Andaram a brincar connosco também. Na época 'silly' em vez de nos alimentarem com as estupidezes normais em tempo de Agosto deram-nos preços do petroleo e criminalidade elevados. Tinham q balançar estes assuntos sérios com coisas mega 'silly'. O duelo Benfica *FCP foi uma boa tentativa. O país andou á beira da guerra civil.

Ontem no programa Eixo do Mal, um dos seus intervenientes dizia que o capitalismo estava melhor que nunca e que este se auto-regulava. Não precisava de mais consciencia social do que aquela que terá tido até agora. Pergunto-me se a silly season já acabou ou ainda dura. Não sou Economista mas acho que este indivíduo (se se pode chamar isso) é um ser único. Um ser singular na natureza. TAlvez seja ele o elo perdido entre o Hommo sapiens e o Neandertal... Ele veste-se como nós mas pensa como os outros. Um trans - qualquer coisa.

domingo, 20 de julho de 2008

pensamentos metereológicos

Hoje o verão pregou uma partida: após o nevoeiro matinal, houve um pequeno período de intensa chaleira logo interrompida por mais nevoeiro que agora se adensou... VAI PREGAR PARTIDAS PARA INGLATERRA VERÃO DA MERDA!!!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Pensamentos Ambientais.

Agora com a história da sustentabilidade, pertinente, acho que uma boa ideia era inventarem um ginásio com máquinas que acumulassem a energia gerada pelos utentes: por exemplo, se pusessem um alternador em cada um dos aparelhos eles gerariam energia para as luzes ou mesmo para guardar... o pior depois era a DECO vir dizer que os consumidores andavam a ser chulados e que os ginasios ainda deviam pagar...

Pensamentos Filosóficos

Um gás atinge o nirvana quando se transforma em peido.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Transito Intestinal qualquer dia estás cotado na Bolsa

Ao meu lado esquerdo vejo a ridicula situação de dois estudantes de Psicologia estarem lado a lado em computadores diferentes a falar pelo msn.

O Actimel grassa. L casei Imunitass para todos. MAS COZIDO Á PORTUGUESA QUE È BOM COM TODOS AQUELES ENCHIDOS NINGUEM COME!!

O resultado está a vista, caras bonitas com rabos magrelas em mentes vegetarianas. O problema está quando as pessoas vêm o interior das coisas, assustam-se e fogem...mas como as crianças que fogem da propria sombra, nao percebem que quando fogem levam o seu interior consigo. Esta é apenas uma vicissitude do caminho que se percorre, uma etapa do percurso. Não convém ficar pela etapa, é preciso concentrar-mo-nos na meta.

A meta é multidimensional, é metadimensional. Para além das dimensões
Mas para mim o que é comum nas metas de todos nós é a aceitação do interior, a consciência desse interior, o que implica que se aja em conformidade com ele.

É mto diferente de andar a papar actimel á bruta quando o que é preciso é fibra. Fibra dura.

quarta-feira, 21 de maio de 2008

toxico social


depois de varias tentativas falhadas de começar um texto desisti. Nao tenho a minima apetencia neste momento para escrever sobre o que seja. Neste momento estou vazio, nao tenho aspirações nenhumas. Acho que os momentos de inspiração não se escolhem. Acontecem e pronto. Há um desejo e ele é convertido na nossa linguagem. Se não há desejo a linguagem tem uma caracteristica vazia. Tira-se o sumo e sai pouco. Este mal nao é exclusivamente meu, apenas a linguagem.